Vida em uma redação de jornal é uma loucura. Nos horários de fechamento, uma pessoa leiga diz que aquele local parece um hospício. Por todos os lados, pode-se ver in loco, um chefe gritando e o repórter suando para terminar a matéria a tempo.
Porém, no horário da calmaria, todos se deslocam para a copa para tomar um cafezinho. Jornalista não vive sem ele... Conversa vai, conversa vem e a mulherada resolve contar como foi o final da noite anterior em uma conhecida casa noturna...
“Meninas, eu acho que tenho um problema sério. Tenho uma história triste para contar para vocês...”, diz a repórter recém-divorciada, no alto dos seus 40 anos...
A roda da mulherada aumenta e a curiosidade também...
“Gente, ele é tudo de bom... O problema é comigo. Ele é lindo, alto, inteligentíssimo. O tipo que qualquer mulher em sã consciência levaria para a casa ou pelo menos para a cama, eu juro”, diz.
Papo vai, papo vem, mão vai, mão vem... E de repente, minha amiga consegue finalmente levá-lo para o motel... Depois de quase três horas de amassos, troca-troca, o garotão (aparelho genital do rapaz) simplesmente não funciona. Ela insiste e num ato de nobreza (como toda mulher educa faz) nem comenta a falta de proeza do garotão...
No dia seguinte, marcam um encontro e novamente partem rumo ao motel. Mais três horas de tentativas e nada...
“Juro, gente, o problema é comigo”, repete a jornalista. De repente, a copeira resolve entrar na conversa e diz: “minha cara, o problema é mesmo seu. Você não viu que o cabra é broxa, não funciona ou não gosta de mulher?”...
Todas caem na gargalhada e minha amiga (num gesto de nobreza) liga para o garotão e passa o endereço de um conhecido urologista. “Quem sabe, né, de repente, dá certo entre a gente”...
Desta história, eu aprendi uma lição: “nem tudo que reluz é ouro” ou “pior cego é aquele que não quer ver”...
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