É engraçado como a vida prega peças. Nesta semana, recebi um e-mail de um amigo que estava extremamente nervoso porque sua namoraesposa resolveu dar um tempo na relação. Há cerca de seis meses atrás, ele foi ao meu antigo programa de tv para falar sobre seu novo livro. Parecia um garoto apaixonado, daqueles que aos 15 anos tem sua primeira namorada.
Falava de sua relação com a mulher, de sua paixão, da dificuldade de se relacionar com os filhos dela (ele insistia em falar nisso) e como era lindo ter um relacionamento em que cada um morava na sua casa.
Meu ex-diretor achou aquela conversa de louco porque compartilha comigo a ideia de que quem ama, cuida e gosta de morar junto... Sou das antigas... Na segunda-feira, recebi um e-mail dele falando horrores da mulher... até intimidades, ele contou... Achei estranho e parti para cima dele. "Qual é cara, como vc pode falar isso da sua mulher?"... Passado um tempo, ele envia um e-mail para eu esquecer que ele tinha escrito sobre a mulher. Falei logo: "é, depois de uma bela transa, as pessoas esquecem do que falaram e do que fizeram. Por isso, a Lei Maria da Penha não vinga..." Homens, vcs não tem jeito... mas, falar mal da companheira não dá, né?
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